Projeto prevê megatorre de 557 metros e pode transformar Itapema em novo polo turístico



Estrutura idealizada para o município inclui atrações panorâmicas, áreas de lazer e esportes radicais, mas ainda depende de aprovação

Itapema poderá entrar no seleto grupo de cidades que abrigam algumas das maiores torres do planeta. Um empreendimento apresentado ao município propõe a construção de uma estrutura com 557 metros de altura, voltada ao turismo, entretenimento e lazer, capaz de alterar a paisagem da cidade e impulsionar a economia local.

A proposta foi protocolada pela iniciativa privada e ainda será analisada pelos órgãos competentes antes de qualquer autorização para o início das obras. O investimento previsto gira em torno de R$ 300 milhões. Além um mirante, o projeto foi concebido como um complexo turístico. Entre os espaços planejados estão restaurantes, áreas gastronômicas, centro de eventos, lojas, ambientes para exposições, atrações interativas e plataformas de observação que permitirão aos visitantes contemplar o litoral catarinense de centenas de metros de altura.

Também fazem parte da proposta experiências voltadas ao turismo de aventura, como passarelas suspensas, atividades em altura e equipamentos radicais, com a intenção de tornar a torre um dos principais atrativos turísticos do Sul do Brasil. Caso seja construída conforme o projeto apresentado, a estrutura superará diversos edifícios e monumentos brasileiros em altura e passará a integrar a lista das maiores torres de observação do mundo, consolidando Itapema como um novo destino para visitantes interessados em arquitetura e turismo.

Além do impacto visual, a expectativa é que o empreendimento estimule a geração de empregos, fortaleça o comércio, aumente o fluxo de turistas durante todo o ano e acompanhe o crescimento imobiliário registrado pelo município nos últimos anos. Apesar do entusiasmo em torno da proposta, o projeto ainda passará por estudos técnicos, ambientais e urbanísticos. Somente após a conclusão dessas etapas e das aprovações legais será possível definir um cronograma para o início da construção.

Por Redação RSC, com informações nd+.


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