Garopaba vive manhã histórica com duas grandes pescas de tainha na Praia Central e na Vigia

 

  • Foto: 94,7 FM/ RSC Portal - Garopaba vive manhã histórica com duas grandes pescas de tainha na Praia Central e na Vigia




Captura de mais de 8 mil tainhas no Rancho do Paulinho mobilizou pescadores, moradores e visitantes nesta segunda-feira (25); registros repercutiram nas redes sociais

A manhã desta segunda-feira (25) foi marcada por emoção, trabalho coletivo e celebração da tradição pesqueira em Garopaba. Duas importantes pescas de tainha foram registradas na região central do município, movimentando pescadores artesanais, moradores e turistas nas praias da Vigia e do Centro.

Na Praia Central, na região conhecida como Rancho do Paulinho, um cerco resultou na captura de 8.672 tainhas, número considerado expressivo para a atual temporada da pesca artesanal no litoral catarinense.

A movimentação começou ainda nas primeiras horas da manhã e reuniu dezenas de pessoas que acompanharam de perto a retirada das redes e o trabalho realizado pelos pescadores. A equipe da Rádio 94,7 FM esteve no local acompanhando toda a operação e registrando os bastidores da pesca.

Além da Praia Central, outro momento de destaque aconteceu na Praia da Vigia, onde moradores registraram um “saragaço”  nome popular utilizado pelos pescadores para descrever a grande movimentação dos cardumes próximos da costa. Imagens e vídeos rapidamente circularam nas redes sociais, despertando entusiasmo entre moradores da cidade e admiradores da cultura pesqueira da região.

As duas ocorrências foram comemoradas por pescadores, integrantes das comunidades tradicionais e autoridades locais, que destacaram a importância cultural, econômica e histórica da pesca da tainha para Garopaba.

A temporada da tainha segue mobilizando comunidades pesqueiras em todo o litoral de Santa Catarina. Durante o período de migração dos cardumes, praias da região se transformam em cenário de uma das tradições mais simbólicas da cultura açoriana catarinense, reunindo trabalho coletivo, experiência dos pescadores e participação da comunidade.


Por Redação RSC

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